segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Closet de adereços...no quarto novo!

Gosto de organizar coisas, e em igual medida de roupa e acessórios. Mas enquanto sonho em ter uma casa com um closet cheio de espaço para tudo, divirto-me a descobrir formas de arrumar os meus acessórios em cima da minha cómoda!

Para as pulseiras bastam rolos de papel de cozinha e folhas decorativas, daquelas fininhas, tipo papel de seda.


 Depois, basta forrar os rolos, e encher com pulseiras!


Para os brincos é preciso comprar aquelas placas de cortiça fininhas, normalmente à venda para forrar prateleiras. E uma caixa...no meu caso uma caixa velhinha que a minha prima P. me fez há anos e que adoro! De seguida, há que cortar rectângulos de cortiça, à medida da caixa escolhida.




Só falta mesmo pôr os brincos nas placas de cortiça! Eu organizo-os por cores, mas pode ser também por tamanhos ou mesmo aleatoriamente. E arrumar as placas na caixa, tipo aqueles ficheiros antigos das bibliotecas!
Boas arrumações!



Nota: aconselho a que façam mais uma ou duas placas extra de cortiça, pois é provavel que comprem mais brincos... se gostam tanto de acessórios como eu!

quarta-feira, 19 de março de 2014

Dia do Pai - versão craft

Eu e o meu Pai partilhamos vários gostos: por Coimbra, por política, por calor, por urbanismo, por bons restaurantes, por dormir, pelo poder autárquico, pelo prazer de sociabilizar e... por batatas fritas!

Como, dizem os entendidos, não é dos alimentos mais saudáveis devemos não abusar. E, nesse sentido, surgiu a ideia das pequenas dose, tipo snack.


São só precisos sacos pequenos (de acordo com o tamanho das doses que pretendem) e etiquetas, que podem fazer e imprimir em papel autocolante:



Depois é só colar as etiquetas e encher os pacotes com as batatas fritas preferidos (do meu Pai, neste caso!)


E, claro, acabar com um embrulho giro:


sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

prendas artesanais

Desde pequenos que eu e o meu mano sempre demos prendas ao resto da família. Como não tínhamos dinheiro, as prendas eram manuais. Gastava-se criatividade e tempo, para conseguir uma prendinha para todos. Ora, se o meu mano nasceu com natural jeito para desenhar, eu sempre fui péssima nessa arte. Por isso, divertia-me a fazer cordões gigantes de 2, 3 ou 5m inúteis mas que o L parecia gostava de receber, ou colares de massa para a Mãe, ou blocos para o Pai jornalista.
Face à crise, e bolsa ou emprego que teimam em não aparecer, dou por mim de novo a ter de investir mais tempo e criatividade do que dinheiro nas minhas prendas.

Por isso, aproveitando um bocadinho dos tecidos giríssimos que o L trouxe das suas viagens a Goa


fiz umas bolsinhas (sim, bem vejo a vossa cara, eu agora coso!)


que enchi de alfazema comprada numa ervanária


E o resultado foram umas bolsinhas cheirosas para oferecer à Mãe!

domingo, 16 de fevereiro de 2014

Que saudades tinha de um sábado de manhã passado na Baixa, aproveitando a pausa na chuva!
Ver as lojas que abriram recentemente, como a Pó de Floo e a A de Amor, na Ferreira Borges.


 Espreitar como cada vez fica mais gira a Alta bem recuperada. E, claro, aproveitar para passear e ver as belas vistas da nossa querida cidade!


sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Negotiable rejection

Como qualquer outra estudante de doutoramento, passo muitos dos meus dias a escrever artigos, que depois submeto a revistas, as quais me dão a sua opinião sobre o assunto, e depois de muita ou nenhuma correspondência trocada e argumentos discutidos, se decidem pela publicação... ou não.

Já tive de tudo. Revisores extraordinários, para os quais me apetecia ligar a agradecer sinceramente o cuidado e tempo despendido comigo. E verdadeiros cretinos.

Neste momento revejo um artigo onde todos foram simpáticos, e as sugestões pertinentes e construtivas. Mas o que achei mais divertido foi a expressão que utilizaram para me descrever a decisão editorial
"Negotiabel rejection"

(This means that the reviewers and the editors believe your manuscript can be revised to make it acceptable scientifically as opposed to rejecting it outright)

Vamos a isso, então. Nada como uma resposta original, para quebrar a rotina, e tornar o mesmo trabalho de sempre mais interessante!

escolhas

a vida é feita de escolhas.
as escolhas boas e as más que fazemos.
as nossas escolhas, e as escolhas dos outros.
e quando alguém escolhe não nos escolher, por mais que custe, o melhor a fazer é seguir em frente... esperando que mais à frente haja alguém à nossa espera, para nos escolher.

PS: recebi agora um telefonema preocupado, a saber o que se passava. O que me leva a esclarecer que este é um post generalista sobre tudo e sobre nada. Sobre tudo o que nos rodeia, mas sobre nada em específico na minha vida. E, claro, obrigada pela preocupação :)

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

coisas que só pessoas com carros velhos compreendem

Chegar à Universidade e encontrar um lugar de estacionamento maravilhoso, mesmo à porta do nosso Departamento. Pensar "Que sorte!".

Sair do carro, fechar a porta. Ela volta a abrir. Fechar de novo. Ela volta a abrir. Mais uma tentativa. Nada.
Aperceber-me que o carro não quer fechar, e não há nada a fazer.


(Depois de uns momentos de apreensão "quanto custará mudar isto? valerá a pena o investimento? mas eu posso andar por aí com o carro sem o fechar?" um colega habilidoso conseguiu pôr o sistema a funcionar! Obrigada Daniel!)